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Mapas geográficos ajudam a visualizar melhor o espaço e a se localizar em um lugar novo, certo?

Da mesma forma, para o momento de estudo, os mapas mentais entram em cena como verdadeiras ferramentas de identificação e representação de ideias.

E não são apenas os estudantes que ganham com isso. Gestores de informação, autores, palestrantes, entre outros profissionais, também descobriram o que são mapas mentais e encontram neles um excelente sistema que estimula a criatividade e prioriza as informações mais relevantes.

Quer saber o que são mapas mentais, onde e quando foram criados e como montar os seus de maneira correta para dar aquela forcinha na hora de estudar? Siga com a leitura!

Definindo: o que são mapas mentais?

Antes mesmo de saber o que são mapas mentais, você já deve ter ouvido falar deles. Tratam-se de recursos didáticos elaborados pelo psicólogo inglês Tony Buzan em 1960. 

Como você pode ver, a técnica não é recente. De 1960 para cá, o sistema ajudou muitas pessoas a criar diagramas detalhados para facilitar a assimilação de conceitos, informações e dados em um texto ou outro conteúdo de estudo. 

Em um texto sobre a Revolução Francesa, por exemplo, as informações mais relevantes estão espalhadas em uma longa narrativa.

O que são mapas mentais em comparação com esquemas tradicionais de estudo? Eles podem suavizar o excesso de dados ao ilustrar e organizar visualmente aquilo que você precisa aprender. 

Assim, se você está em busca de dicas para se sair bem no vestibular, no Enem ou em algum processo seletivo, os mapas mentais servirão como uma ficha de estudos ilustrada. 

As vantagens do uso de mapas mentais no processo de aprendizagem

Primeiramente, a diagramação de ideias estimulada pelos mapas mentais nos beneficia em inúmeros campos da vida: organização pessoal e do próprio tempo, sistematização do trabalho - levando à maior produtividade profissional -, organização acadêmica e até para se manter criativo. 

Afinal, será mais fácil visualizar acontecimentos, a localização deles, condições, causas e impactos. Mas como?

O processo de pensamento não é linear, não segue um padrão. Uma informação leva a outra, não é? Buzan chama isso de “pensamento radiante”, que se assemelha ao funcionamento do cérebro.

Portanto, utilizar um método de estudo conforme o funcionamento biológico fará uma grande diferença na hora de armazenar e recuperar conteúdos de maneira mais eficiente.

Assim sendo, a maneira mais comum de construção de mapas mentais é por meio de imagens e palavras-chave. Mais adiante no texto será possível descrever melhor as etapas de ideia central, palavras, cores e conexões.

Um aviso importante: o arranjo mental feito desta forma não é para “decorar” o conteúdo a ser estudado. Já sabemos que o decoreba, diferentemente do aprendizado e memorização, não funciona. A ideia é que os mapas mentais sejam auxiliares no entendimento e revisão das informações.

Agora que sei o que são mapas mentais e como eles funcionam, como criar os meus?

A menos que você ainda não tenha compreendido bem do que se trata o método, vamos colocar a mão na massa. Caso contrário, leia tudo o que puder sobre mapas mentais, assista a vídeos na internet ou converse com pessoas que já utilizem a técnica.

Assim você fará melhor proveito do seu trabalho final e poderá desfrutar de todas as potencialidades desta técnica. 

Em primeiro lugar, considere a possibilidade de usar os mapas mentais para:

  • Livros;
  • Aulas;
  • Filmes, séries e documentários;
  • Processo criativo.

Dessa forma, será mais fácil partir para os próximos passos, que são estabelecer objetivos e escolher materiais ou ferramentas digitais.

Por que estabelecer objetivos?

Definir objetivos antes de criar seus mapas mentais ajudará a deixá-los mais enxutos e focados. Vamos para alguns exemplos?

No caso dos livros, você pretende fazer um esquema do livro inteiro, de alguns capítulos específicos ou de apenas um capítulo? Ou quem sabe focar na saga de apenas um personagem?

No caso de aulas, o mapa mental se ocupará de apenas uma aula ou das aulas de toda uma semana? Para aulas que se dividem em teoria e prática, você reservará um mapa mental com instruções para cada aspecto?

Para filmes, séries e documentários, sugerimos processos diferentes. Suponhamos que você queira absorver os conteúdos de filmes como Getúlio (2014), seu objetivo é resumir toda a trajetória de Getúlio Vargas até chegar à presidência do país em 1934 ou apenas as crises e tensões que culminaram em seu suicídio em 1954?

Uma série como Chernobyl (2019), por exemplo, o objetivo é entender toda a trama do acidente na Usina Nuclear de Chernobyl ou apenas os esforços para amenizar os danos depois da explosão? Como dissemos, foco é importante. 

Quando se fala em documentários, a atenção com o foco também vale. Homem 2.0, da National Geographic, fala sobre biotecnologia, que pode ser o assunto do seu mapa mental. Ou então você pode se concentrar em reforçar os aprendizados apenas sobre células-tronco ou fertilização artificial.

Por fim, se o assunto for processo criativo, o foco é mais amplo. Elabore seu projeto com criatividade. 

Quais são os materiais e ferramentas necessários?

Ainda que a maioria das atividades seja mediada por alguma tecnologia, há quem prefira o bom e velho lápis e papel. A utilidade e os benefícios do mapa mental serão os mesmos, seja ele analógico ou digital. Afinal, o material não é o responsável pela qualidade do esquema. 

Lápis e papel

Inicialmente, separe folhas de papel A3, A4 ou cartolina. As folhas devem ser brancas,  sem pauta e usadas na horizontal. Isso garantirá que você tenha mais espaço livre para pensar em mapas mentais criativos.

Além disso, ao optar pelo papel você poderá deixar todos em uma pasta, dividindo-os por temas, tipos de mapas ou reservar uma pasta para cada meta e identificá-las com uma etiqueta: “mapas mentais Enem”, “mapas mentais vestibular”, etc.

Para escrever e desenhar seu mapa mental, use lápis de cores variadas ou canetas coloridas. A variedade de cores é importante para destacar elementos e facilitar a memória visual. 

Aplicativos ou sites

Existem várias opções gratuitas de sites e aplicativos para mapas mentais, como o Free Mind, Free Plane, iThought, Mind Map, entre outros. Uma das vantagens é que as ferramentas digitais agilizam o processo de correção e atualização dos mapas.

Geralmente as ferramentas são fáceis de usar, bem intuitivas e simples. Caso tenha dúvidas sobre o funcionamento, acesse o site do serviço ou procure vídeos no YouTube.

Como elaborar mapas mentais?

Antes de mais nada, conheça a estrutura básica de um mapa mental: imagem-chave e palavras-chave.

A imagem-chave ficará no centro do mapa. Como falamos em pensamento irradiante, é da imagem principal que irradiarão as associações possíveis, representadas pelas palavras-chave.

Em papel, a imagem central não precisa ser profissionalmente desenhada, afinal, é apenas uma representação, uma ilustração da ideia principal.

Identifique as palavras-chave com setas ou ramos de cores diferentes. Para encontrar as palavras-chave certas, saiba quais são as ideias principais que definem a imagem central. O que é essencial sobre isso? Quais são as informações específicas?

Agora que você já sabe o que são mapas mentais e como eles te ajudam a estudar melhor, chegou a hora de colocar a mão na massa.

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